| A entrevista iniciou com um histórico de como o deputado entrou na política mato-grossense, passou pela demissão do secretário de estado de Saúde, Kamil Fares, e finalizou com uma análise das composições para as eleições deste ano.
Sobre a demissão do secretário de Saúde, Savi avaliou que a dificuldade de ação, devidos às questões burocráticas que a administração pública impõe é que levaram Fares a tomar essa decisão. “Mas tenho certeza que apesar da saída do secretário, os programas previstos serão implantados”, disse.
O deputado também destacou que o governador Silval Barbosa (PMDB) tem o apoio total da Assembleia para a implantação das ações necessárias na administração estadual. “A maior oposição que temos na Assembleia ainda é o deputado Percival, mas ele faz uma oposição pontual”, frisou.
Questionado sobre um possível embate com o deputado José Riva (PP) a respeito da administração da Assembleia Legislativa, Savi desmentiu os boatos. “Não procede, de forma alguma. Eu converso muito com ele, pondero muito todos os assuntos, até porque eu tenho que saber tudo o que estou assinando. Todos os dias eu respondo questões para o Ministério Público, que não está mais de olho na Assembleia, está lá dentro. Mas a situação que está posta hoje não é boa para mim, nem para a Assembleia e nem para ninguém”, ponderou.
Já em relação às eleições de 2010, o deputado falou sobre a possibilidade da formação de uma coligação entre o PR e o PMDB também para as eleições proporcionais. Na majoritária, os dois partidos estão trabalhando a pré-candidatura de Silval Barbosa (PMDB) ao governo do Estado. Barbosa assumiu a administração do Estado com a renúncia do ex-governador Blairo Maggi (PR) para disputar uma vaga no Senado.
Leia abaixo a matéria divulgada pela rádio a respeito da entrevista:
- Quando termina o meu direito começa o meu dever – lembra o deputado Mauro Savi (PR), líder do governo na Assembleia Legislativa, para exemplificar o seu comportamento político, quando falava ao jornalista Lino Rossi, ao programa Chamada Geral, da Rede RSat, na manha de hoje (28). Mauro Savi fez um relado histórico da sua vida política, que começou como vereador, em Sorriso, até o dia de hoje, mas não esqueceu sequer, os acordos de bastidores e as desavenças políticas, mas tudo com cordialidade e respeito ético ao acontecido.
Sobre o pedido de demissão do médico Kamil Fares, da secretaria de Saúde, o líder do governo, preferiu lembrar que tudo pode ter sido uma questão de adaptação entre as personalidades profissionais na iniciativa privada e na política, mesmo porque, lembra ele, o governador Silval Barbosa está tendo a maior boa vontade para resolver todos os problemas da área da saúde e, recursos para isso, tem, lembrou.
Quanto à relação com o deputado José Riva, que a imprensa teria divulgado dias atrás que estaria um tanto quanto intempestiva, Mauro Savi procurou amenizar a situação, lembrando que além de colegas de parlamento, são compadres e, acima de tudo, mantém entendimentos inteligente e cordial.
– O Riva não me obriga a assinar nada e eu assino o que acho que está correto – lembrou Mauro, referindo, justamente, à notícia divulgada na imprensa sobre o motivo do choque de interesses entre os dois. Mauro ainda relatou com certa preocupação e respeito a presença do Ministério Público a todo instante na Assembleia Legislativa, considerando esse ato como de respeito e suma responsabilidade para todos que ali trabalham.
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