| Segundo as denúncias, o derramamento de óleo e de outros agentes nocivos, como sabão, xampu, polidores etc., acontece reiteradamente. “O problema é serio e medidas urgentes devem ser tomadas. A população necessita da água do rio para sua sobrevivência”, argumenta o deputado na justificativa da indicação.
De acordo com as normas ambientais, os lava-jatos precisam, necessariamente, instalar recipientes próprios para filtrar e armazenar o óleo utilizado na pulverização dos veículos. Tal procedimento separa o óleo da água de modo a liberar apenas a água.
Quando o reservatório destinado a armazenar o óleo atinge sua capacidade máxima, empresas especializadas devem retirar o produto e dar o correto destino a ele, garantindo assim segurança ao meio ambiente. “Porém, segundo as denúncias, considerável quantidade de lava-jatos tem despejando óleo e demais resíduos diretamente no rio ou nas tubulações”, destaca Savi.
O deputado Mauro Savi ressalta que cabe à Secretaria de Meio Ambiente fazer a fiscalização e vistoria destes estabelecimentos. Caso alguma irregularidade seja constatada, os proprietários devem receber as notificações, multas e penalidades previstas.
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